CapÃtulo 200 Chegaram à porta.
O homem lascivo franziu a testa e perguntou: âGasper, nás viemos até aqui e agora vamos simplesmente deixar para lä?â
ele tinha seguido Gasper com a promessa de que havena uma recompensa após a conquista da casa.
Agora é assim.
Ainda havia alguma recompensa a ser recebida?
Outros não conhecem Gasper, mas ele ainda não sabe?
Ele ganha o dinheiro de um dia, gasta tudo em três dias e os bolsos de sua calça estão mais limpos do que seu rosto.
Nem mesmo o dinheiro para passagem de onibus de volta é certo âDeixar por isso mesmo? Dejeito nenhum! Aquela mulher não tem nada a ver com meus pais, a casa só pode ser minha âE o que a gente faz agora? perguntou o homem lascivo.
Gasper estava com a cam fechada.
Olhou para triks, para o centro de avaliação.
âHa bancadas, não sena melhor moveâla e jogáâla para longe?â
O outono em pleno Cidade Bac as folhas amarelas dos gingkos ladeavam as ruas.
Leticia Femandes envolta em um cachecol espaçoso, apenas seus olhos grandes e brilhantes à mostra.
âquero dar uma volta. Ela olhou para Israel Ferreira âClaro,â Israel Ferreira acenou com a cabeça Leticia Fernandes percebeu a direção Levou Israel Ferreira rumo ao bairro das comidinhas âAquele Gasper provavelmente acredita mesmo que meus avós tinham uma fortuna.â Leticia Fernandes falou de repente, com um tom zombeleiro Israel não disse nada, apenas a olhou Naquela época, quando ela estava com ele, além do custo do tratamento de sua avó, havia uma divida pendente de mais de setecentos mil dólares.
Para ele, selecentos mil não significavam muito Mas para a Leticia Femandes de então, era um fardo insuportável âQuando eu era pequena, a gente vivia bem, mas tudo desandou quando meu avó adoeceu.â Leticia estendeu a mão e apanhou uma folha de ginkgo que cala. Gastamos todas as economias, fizemos dividas, aguentamos por quase meio ano, mas meu avó acabou Falecendoâ
Inel Ferreira não era uma pessoa consoladora.
Ele ergueu a mão, sua palma larga, sobre o topo da cabeça de Leticia Fernandes e a esfregou suavemente.
âO que você tá fazendo? Não sou um cachorrinho!â Leticia levantou seus olhos para encaráâlo.
Israel aproveitou que ela estava desprevenida, baixou a máscara e deuâlhe um beijo rápido nos lábios Após o beijo, Israel Femeira imediatamente se endireitou e colocou a mordaça novamente.
Leticia ficou parada ali, ligeiramente atónita.
Por que ela de repente sentiu como se estivesse vivendo um momento tipico de brincadeira entre casals?
âEssa divida, velo daquela época Israel Ferreira falou como se nada tivesse acontecido, voltando ao assunto anterior.
Leticia ficou um pouco curpresa.
âNãoâ Ela baixou as pálpebras: âVovde eu estávamos trabalhando no ramo de comércio exterior desde que chegamos à Cidade Lu e pagamos tudo cedo. No ano que ela adoeceu, perdemos uma cargo no mar. Teria seguro para cobrir, mas o assistente dela, pensando que nenhuma tragédia acontecena devido à s altas quantas sempre contratadas, embolsou o dinheiro e só fez o seguro básico. No final, o dinheiro da familla foi perdido, a casa e o carro foram vendidos Sua avó ainda a consolam Dizin que Enquanto estivessem vivas, poderiam reconstruir tudo de novo.
Mas ela não viveu para ver esse dia chegar Israel Ferreira sempre soube que a vida de Leticia Fernandes não tinha sido facil ouv-ta contar calmamente deixava un desconforto em seu coração, 500, não quero mais pensar nisse Israel Fermim disse suavemente.
âÃ, não quero mais Leticia Femandes respirou fundo âA barraquinha de lanches lá na frente era o meu lugar predileto quando eu era criança! Sr. Ferreira, posso te convidar?â
Israel Ferreira lançouâlhe um olhar lateral, contemplativo Ela já tinha um rosto pequenininho, que ficava airda mais escondido quando cobria metade dele, deixando à mostra apenas um par de olhos.
Eles eram muito parecidos com os de um filhote de cervo no melo da floresta