â Bookmark This Website Renata terminou seu discurso, pisou em seus calcanhares e, com o ar de uma rainha, deixou a sala de conferências.
Meia hora depois, ela entregou sua carta de demissão ao RH e, em pouco tempo, já estava recolhendo suas coisas e partindo da Concha Capital.
Quando dirigia para longe do EdifÃcio Concha, Renata parou por um momento ao lado da estrada.
Olhou para trás, contemplando o imponente arranha-céu.
Ela havia entrado na Concha Capital logo depois de sair da faculdade e havia trabalhado aqui por oito ou nove anos.
Agora era hora de seguir para a próxima jornada!
Renata ligou o carro e entrou no trânsito.
*
Este pequeno incidente durante o almoço chegou aos ouvidos de LetÃcia.
E tudo Começou com sua assistente, Clara.
Desde a última vez, na Indústria Alimentar RZ, ela havia se encontrado com Sara.
Clara ficou sabendo, em particular, que Sara havia chegado de propósito à Indústria Alimentar RZ mais cedo naquele dia.
A vigilância de Clara sobre Sara aumentou instantaneamente.
E Sua atenção tornou-se ainda mais intensa.
O que aconteceu na reunião matinal da Concha Capital foi testemunhado por vinte ou trinta pessoas.
A notÃcia espalhou-se rapidamente por toda a empresa.
Clara soube do ocorrido através de um gerente do departamento de vendas.
Renata estava indo embora e todo o departamento de vendas estava se lamentando.
O mesmo aconteceu com o gerente, que repreendeu Sara pelo telefone.
âRenata?â LetÃcia reconheceu o nome.
âA estrela de vendas da Concha Capital!â Clara respondeu, depois pegou o celular, deslizou a tela e mostrou uma foto para LetÃcia.
Reconhecendo o rosto, LetÃcia imediatamente associou a memória.
Ah, Era ela, da Vendas 1.
âDizem que ela é muito competente. jovem e já era a vice-presidente da área de vendas na Concha Capital,â disse Clara.
LetÃcia assentiu com a cabeça.
Ela se lembrou de que Renata tinha sido muito boa quando era funcionária.
âVá falar com ela,â pensou LetÃcia. Com alguém tão qualificado saindo da Concha Capital, a notÃcia se espalharia rapidamente e várias empresas estariam de olho nela.
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No entanto, sua equipe não seria necessária por um tempo.
Mas a famÃlia Banes sim.
âEntendido!â
Clara foi eficiente e nem mesmo perguntou a LetÃcia o que ela deveria fazer.
Depois do almoço, a equipe de LetÃcia teve uma reunião, e o programa já havia tomado forma como um todo e estava pronto para começar a trabalhar nos detalhes.
LetÃcia olhou para o programa.
Os cantos de seus lábios estavam franzidos e suas sobrancelhas estavam levemente franzidas.
Era, Sem dúvida, um bom plano, mas por algum motivo, ela sentia que algo não estava certo.
como se, ao fazer um quebra-cabeça.
A sensação de não conseguir encaixar o quebra-cabeça que, obviamente, era o que tinha a lacuna.
âVamos continuar com o refinamento, isso é tudo por hojeâ.
LetÃcia se levantou e encerrou a reunião.
Mal tinha saÃdo da sala quando alguém da recepção se aproximou.
âChelsea, tem flores para você!â
âMinhas flores?â LetÃcia ficou um pouco atônita, quem mandaria flores para ela?
âUau, do pretendente da Chelsea? Eu quero ver! Eu quero ver!â Houve um alvoroço.
O grupo todo seguiu LetÃcia até o balcão da recepção.
âQue buquê de rosas enorme!â
âEu não acreditaria se não fosse um pretendente!â
A multidão tagarelava.
LetÃcia não estava de volta há muito tempo e o estúdio era temporário.
Poucas pessoas sabiam de sua existência.
Quem mandaria flores?
LetÃcia se aproximou e pegou o cartão acima.
Ao abri-lo, o rosto de LetÃcia se afundou instantaneamente.
Com a caligrafia familiar, estava escrito com fluidez: âAguarde as boas notÃciasâ.
O cartão estava endereçado a Israel.