Chapter 647
Aurora Dourada: Retorno By Ricardo Almeida
CapÃtulo 647 Como é que a irmã dele podia ser tão linda, tão obediente, tão talentosa...
âIsabella, você aprendeu medicina com o Sr. Reyner antes?â
Os olhos de Isabella se iluminaram com surpresa. âComo você soube, irmão?â
Anderson explicou a situação de forma concisa.
Isabella não esperava que seu irmão pensasse tanto no futuro dela a ponto de pedir ajuda ao Sr. Reyner.
âO Sr. Reyner disse que suas habilidades médicas já superam as dele. Naquela noite, eu não vi com clareza, e gostaria de convidá-la para se juntar a nós...â
Ele não disse as palavras âMinistério da Segurançaâ porque temia que as paredes tivessem ouvidos.
Pensar nisso era até engraçado. Como eles poderiam convencer o grande médico Dacio? âSe eu soubesse que era você naquela noite, eu poderia ter considerado a oferta.â
Afinal, a pequena empresa da famÃlia ela já gerenciava com ordem e eficiência.
Assumir um cargo...
Não seria difÃcil para ela.
Só que tomaria um pouco do seu tempo....
Ao ouvir isso, Anderson ficou comovido, mas lembrou das palavras de Valentin: sua irmÄ não era um agasalho cheio de furos, mas sim um casaco de penas super atencioso e aconchegante!
âIrmão, isso parece perigoso, melhor você não ir.â A atitude de Anderson mudou completamente: âNem mesmo para assumir um cargo.â
Isabella: ...Você não disse isso naquela noite.
âNa verdade, os nossos avós não estão muito bem de saúde, estão no exterior fazendo uma série de tratamentos.â
Esse processo não pode ser interrompido, ou todo o esforço anterior terá sido em vão.
âSe não houver melhoras mais tarde, você poderia dar uma olhada neles.â
âEstá bem.â Isabella concordou.
âMinha relação com o Sr. Reyner é porque...â Anderson começou a contar como conheceu o Sr. Reyner, e, sem perceber, o carro já havia chegado à Vila Costa.
1/3 Capitulo 647 Na entrada da casa à beira do lago, havia vários carros estacionados, e cerca de uma dúzia de pessoas descarregavam itens dos carros, levando-os para dentro da mansão um por um.
Havia roupas, sapatos, bolsas, produtos de beleza, joias, comidas e bebidas, além de itens domésticos...
Anderson abriu a porta do carro para Isabella descer e, vendo seu olhar curioso, sorriu e disse, âEssas são coisas que comprei para você, depois de uma olhada para ver se gosta.â
Isabella olhou surpresa. âVocê trouxe uma loja inteira?â
âNão sabia o que você gostava, então comprei um pouco de tudo. Se houver algo que você não goste, prometo não comprar mais.â
Ao dizer isso, Anderson notou que os cabelos de sua irmã estavam desalinhados pelo vento e estendeu a mão para ajeitá-los.
Antes de comprar essas coisas, ele tinha perguntado à empregada da familia, Sra. Maria, que disse que a Sra. Isabella era muito fácil de lidar, não era exigente com nada, não tinha cores que detestasse, nem alimentos que odiasse...
Ela usava o que a famÃlia dava, comia o que o cozinheiro preparava...
Uma menina tão doce, compreensiva e adorável, e a famÃlia Dias tinha sido tão dura com ela!!
ue sua in Lembrando-se do que a famÃlia Dias tinha feito, Anderson sentiu um fogo arder em seu coração. Ainda bem tinha resolvido a situação rapidamente e mandado aqueles pais adotivos cruéis para a prisão com suas próprias mãos.
âVou acompanhá-la para dar uma olhada lá dentro.â
Isabella acenou com a cabeça e começou a andar, mas de repente sentiu algo e se virou para olhar.
Não havia nada de anormal, mas ela podia sentir que alguém estava observando-os. Anderson seguiu seu olhar e perguntou baixinho: âO que você está olhando?â
âNão é nada.â Isabella pensou, será que era algum âinimigoâ por causa da posição de seu irmão? Mas com a posição e o nÃvel de seu irmão, como poderiam os inimigos detectá-lo tão facilmente e encontrá-los aqui?
Será que ela estava pensando demais?
Ou será que a pessoa escondida na sombra estava lá por causa dela?
Na sala, havia uma profusão de presentes que Anderson havie 2/3 3/3 N diversas empregadas estavam ocupadas transportando os itens para o quarto dela.
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