Ela também não tinha pensado em levar as crianças ao zoológico; afinal, o que não lhes faltava era a experiência de terem visto animais selvagens durante os cinco anos que passaram nas montanhas.
O que havia no zoológico também existia na floresta profunda, e o que não se encontrava no zoológico, também poderia ser descoberto nas entranhas da floresta.
Os três pequenos gostavam de animais menores, mas não eram fascinados por eles.
Quando souberam que iriam passear, ficaram eufóricos, vestiram-se rapidamente e seguiram com Carolina para fora de casa.
A famÃlia de quatro pegou um táxi e foi primeiro ao parque aquático.
No âCentro da Cidade de Pãoâ:
Essa é a primeira vez que os três pequenos saem para brincar, olhando para os projetos de diversão do parque.
Queriam experimentar tudo: Este brinquedo, aquele outro.
Carolina não tinha muito dinheiro, mas as crianças nunca tinham brincado antes e ela não queria desanimá-las, então comprou os ingressos com generosidade.
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Já que haviam saÃdo para se divertir, que aproveitassem ao máximo, com a alegria sendo o mais importante.
Ela os levou na roda-gigante e permitiu que brincassem na montanharussa.
Ledo, corajoso, até se aventurou no pêndulo gigante.
Lucas é muito tÃmido para brincar com essas coisas emocionantes, Carolina o levará para alimentar os peixes.
Por vinte reais, comprou uma mamadeira pequena e Lucas ficou alimentando os peixinhos, feliz como se não houvesse amanhã.
A felicidade das crianças é tão simples.
Carolina ficou tirando fotos deles com seu celular, registrando o maravilhoso momento de união.
E daà se a vida dela for difÃcil e cheia de infortúnios?
Ela tinha três filhos saudáveis e adoráveis, e isso já era o suficiente para ela.
ser mãe solteira era difÃcil, mas ainda era melhor do que se acomodar com um homem indigno.
Havia tantos relatos de homens abusivos; aquela sim era uma vida de sofrimento.
O tempo feliz sempre passa rápido e, num piscar de olhos, já estava escuro.
Ao voltarem para casa, os três pequeninos estavam tão cansados que nem tomaram banho e caÃram na cama, adormecendo imediatamente.
Carolina olhava para seus filhos com amor em seus olhos.
Contanto que ela trabalhasse duro, ela tinha certeza de que poderia criálos bem.
Depois de cobrir os pequenos com um cobertor, Carolina voltou para seu quarto e, com sonhos de um futuro melhor, adormeceu.
Na manhã seguinte, Carolina acordou cedo.
Ela checou seu celular e, ao ver que Carlos não havia entrado em contato, não se preocupou, já que ainda eram pouco mais de seis da manhã.
por precaução, ela decidiu ligar para o Bairro de Hélios.
A resposta que obteve foi que Carlos estava ocupado pela manhã e que o divórcio seria resolvido à tarde.
ter uma resposta precisa já era bom; então, que fosse à tarde.
Ao abrir a notÃcia e confirmar que Tânia Souza realmente havia sido agredida, Ela se desesperou.
Tentou ligar para Tânia, mas ninguém atendeu.
Carolina levantou-se rapidamente, sem tempo de preparar o café da manhã para as crianças, deixou um bilhete e saiu.
Tânia era sua amiga Ãntima, assim como Helena Carvalho.
ela evitou encontrá-las imediatamente após seu retorno, com medo de que, caso fosse exposta novamente na internet, pudesse causar problemas a elas.
Seu plano era, após o divórcio, visitá-las relaxadamente e em segredo.
Mas não esperava se deparar com a notÃcia da agressão a Tânia!
não podia ficar calma ao saber que sua amiga havia sido atacada.
Chegando à casa de Tânia e prestes a ligar novamente, Carolina ouviu um grito vindo de trás:
âAh!â
Carolina se assustou e olhou para trás.
Então ela viu Tânia, usando um longo casaco de penas longo e um gorro fofo em forma de ursinho.
Tânia a encarava com olhos arregalados e uma expressão de incredulidade.