Ela lhe dizia que poderia apostar a própria vida, responsabilizando-se por cada palavra que dizia.
Será que ele realmente a entendeu mal?
Mas como explicar a acusação de que ele estava tirando vantagem de uma garota?
Fora ela, Quem mais ele teria prejudicado?
Carlos pensava nisso e seu rosto escurecia. ele não a havia prejudicado, havia detido ela por um motivo, e se portava com retidão.
âEm que está Pensando agora?â Mateus lhe deu um toque.
Carlos voltou à realidade, tragou o cigarro com força, mas não respondeu, ââ¦â¦â
âMateus, onde você e o Carlos foram? voltem logo, todos já chegaram, só faltam vocês dois,â César ligou chamando.
Mateus soltou um âahâ, âJá estamos indo.â
Depois de desligar o telefone, ele disse a Carlos, âVamos, não se empolgue por um tempo, alguém está nos procurando.â
Carlos soltou um suspiro aliviado, apagou o cigarro no cinzeiro e seguiu com Mateus para o salão privado.
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Mateus então disse, âHá uma coisa que preciso lhe dizer com antecedência: minha irmã está realmente gostando daquela garota, se você tiver alguma intenção com ela no futuro, faça discretamente, caso contrário minha irmã vai criar um escândalo!
Ela não se atreveria a confrontar você, mas me incomodaria, insistindo para que eu me distanciasse de você. AÃ, a nossa fraternidade estaria comprometida.â
Carlos torceu a boca, âE é tudo o que você aspira ser?â
âHeh, é fácil falar quando não é com você. você não tem irmã, não sabe o quão impactante uma irmã pode ser para um irmão!â
Carlos o encara sem expressão e volta para a cabine.
César sorri e dá risada.
Todos levantaram suas taças em celebração ao aniversário de César.
Carlos, sentado no lugar de honra, não se levantou, ergueu sua taça e tocou-a na mesa, inclinando a cabeça para beber de uma vez.
Todos hesitaram ao ver isso.
Era para beber apenas um gole, mas agora todos tinham que esvaziar suas taças.
O clima na mesa estava animado, e quando alguém tentou brindar com Carlos, Mateus, sabendo que ele não estava de bom humor, interveio, Os presentes, percebendo que Mateus estava protegendo Carlos, entenderam a indireta e viraram-se para César.
O grupo começou a agitar, dizendo que de qualquer forma, eles teriam que fazer César perder a virgindade naquela noite.
Houve até quem fizesse piadas picantes, rindo e brincando.
Carlos, não querendo estragar a diversão de todos, permaneceu no tumulto por um tempo e parou de falar.
Ele acendeu outro cigarro, recostou-se na cadeira e começou a fumar, com o olhar fixo em Henrique.
Antes de voltar, ele tinha visto Carolina conversando com Henrique.
Pela situação, eles pareciam bem familiarizados, e o jeito que Henrique olhava para ela era ambÃguo.
Henrique, astuto, segurou sua taça e se aproximou, sorrindo, âSr. Belo, primeira vez que nos encontramos, deixe-me fazer um brinde ao senhor, não precisa beber, eu bebo.â
Henrique virou a taça de uma vez, enquanto Carlos apenas continuava a fumar, sem se mexer.
O nÃvel de Henrique não é bom o suficiente para beber com ele